segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Notícia

“Sem-abrigo são sobretudo homens entre 30 e 49 anos”
Publicado a 28 MAR 11 às 08:56
Quase todos os sem-abrigo em Portugal são homens e a maioria tem entre 30 e 49 anos e o sexto ano de escolaridade, de acordo com um questionário realizado no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo.
No final de 2009, altura em que foi levado a cabo um questionário a fim de ser criada uma base de dados dos sem-abrigo em Portugal, «foram identificadas 2133 pessoas sem tecto e sem casa, que dormem na rua, em carros, em casas abandonadas ou que pernoitam em Centros de Acolhimento Temporário».
Segundo revelou à agência Lusa uma fonte oficial do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, trata-se de uma população maioritariamente masculina (84 por cento), que tem entre 30 e 49 anos (60 por cento) e com o sexto ano de escolaridade (54 por cento).
A ruptura familiar é a razão indicada por mais sem-abrigo (33,1 por cento) para justificar a situação em que se encontram, seguindo-se o desemprego (22,3 por cento) e as causas pessoais (20,8 por cento).
Entre os problemas associados à condição de sem-abrigo e a principal necessidade de apoio estão o consumo de substâncias psicoactivas (drogas 31,3 por cento e álcool 19 por cento), as doenças mentais (11,4 por cento), as doenças físicas (11,3 por cento) e a falta de ocupação (16,9 por cento).
A criação da base de dados dos sem-abrigo foi anunciada pelo Governo em Março de 2009, no âmbito da Estratégia Nacional para a Integração de Pessoas Sem-Abrigo, mas só agora foram conhecidos os dados recolhidos.
Organizada pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social em conjunto com outras entidades públicas e privadas, esta Estratégia visa permitir a coordenação dos recursos existentes e apostar em três áreas específicas: prevenção, intervenção e acompanhamento.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) vai incluir pela primeira vez no Censos deste ano as pessoas sem-abrigo.


Centros de Apoio





COMUNIDADE VIDA E PAZ: http://comvidaepaz.blogspot.com/

Sem-abrigo

Para a AMI a população sem-abrigo, no que se relaciona com a habitação, divide-se em quatro grandes grupos que apresentamos em seguida:
•Os que vivem na rua;
•Os sem alojamento;
•Os com habitação precária;
•Os com habitação inadequada.



Para a AMI, é sem abrigo toda a pessoa que não possui residência fixa, pernoita na rua, carros e prédios abandonados, estações de metro ou de comboio, contentores, ou aquele indivíduo que recorre a alternativas habitacionais precárias como albergues nocturnos, quartos ou espaços cedidos por familiares, ou que se encontra a viver temporariamente em instituições, centros de recuperação, hospitais ou prisões. Em termos mais precisos, a tónica é assente na falta de uma habitação digna e estável.

Notícia


 Alcoolismo: Mais mulheres e mais jovens AA retratam evolução da doença, segundo associação


O número de mulheres nas reuniões de alcoólicos anónimos (AA) duplicou numa década, como também duplicaram os pedidos de ajuda, vindos de pessoas cada vez mais novas.
O retrato é da associação de AA de Portugal, feito pelo seu secretário-geral, a propósito do Dia Mundial dos Alcoólicos Anónimos, na sexta-feira. Em Portugal, diz, a perceção que tem é de que o problema do alcoolismo não é hoje menor. Pelo contrário.
Avessos a publicidade, anónimos por natureza, os AA aproveitam o “seu” dia para divulgar o projeto, conviver e fazer reuniões abertas.
Por isso o secretário-geral não quer ser filmado e prefere ser citado apenas pelo primeiro nome, Jorge. Porque “o anonimato é o fundamento espiritual” dos AA e se a associação quer ser conhecida, para assim mais alcoólicos chegarem a ela, garante aos que pedem ajuda que serão sempre anónimos.
“Não vamos buscar ninguém, passa sempre por eles”, diz o responsável, explicando que a terapia dos AA consiste em mostrar que com eles resultou a partilha de experiências, de sentimentos e de sensações.
Em 1935, um corretor da Bolsa de Nova Iorque, alcoólico, conheceu outro alcoólico, médico, e descobriram que era possível manterem-se afastados da bebida partilhando experiências. 10 de junho de 1935 marcou o início da abstinência por parte do médico, que nos 15 anos seguintes ajudou mais de 5.000 alcoólicos.
Hoje os AA estão espalhados por 180 países. Em Portugal existem informalmente desde 1972 mas só foram reconhecidos a partir de 1978, constituindo-se como associação em 1997.

Centros de apoio/ajuda



Alcoolismo

   “O alcoolismo (síndrome de dependência do álcool) é uma situação de dependência física e psicológica do álcool.
    A pessoa dependente passa a viver em função do álcool, desvalorizando aspectos essenciais da vida, como a família, o trabalho e os amigos, desprezando a saúde e, inclusivamente, a própria existência...


Como o álcool assume o centro da vida da pessoa dependente, torna-se extremamente difícil controlar o consumo. Quando a pessoa entra neste quadro está gravemente doente e a sua recuperação exige grande esforço de si próprio e dos que lhe estão próximos.”

 

Notícias

Formas de Prostituição



  Na prostituição de rua, a prostituta aguarda os seus clientes nas esquinas dos edifícios ou enquanto caminha ao longo da rua. A prostituição também ocorre em casas de massagens e bares. Existem, também, discotecas, hotéis e restaurantes que, de forma disfarçada e discreta, servem de bordéis.
 Outras formas de prostituição podem ocorrer na forma de agências de "serviço de acompanhantes", que providenciam acompanhantes masculinos ou femininos atrativos para ocasiões sociais - estes acompanhantes podem incluir serviços sexuais aos seus clientes. Habitualmente, as prostitutas e os prostitutos anunciam-se na internet, em jornais ou revistas; são jovens, cobram caro pelos seus serviços, e actuam em grandes cidades e zonas turísticas. A prostituição pode, também, ter lugar na própria casa daqueles, em zonas suburbanas ou em apartamentos de luxo no centro das cidades.

Legislação em Portugal

   A Prostituição de rua em Portugal, não é uma actividade ilegal de acordo com o código penal.
    No entanto, não é permitido a um terceiro lucrar, promover encorajar ou facilitar a prostituição. Deste modo, é proibida a prostituição organizada tal como os bordéis, grupos de prostituição ou outras formas de proxenetismo.



Prostituição


  A prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afectivos ou prazer. Apesar de comummente a prostituição consistir numa relação de troca entre sexo e dinheiro, esta não é uma regra. Pode-se trocar relações sexuais por favorecimento profissional, por bens materiais  (incluindo-se o dinheiro), por informação, etc.
 
 A prostituição é praticada mais comummente por mulheres, mas há um grande número de casos de prostituição masculina em diversos locais ao redor do mundo.